“Mais do que a premiação, esta cerimônia foi sobre reencontros – com nosso país diverso que estava sendo destruído por políticas reacionárias e fascistas, com o SUS [Sistema Único de Saúde] pelo qual lutamos desde 1988, e com o presidente Lula e todas as utopias que ele nos ensinou a sonhar por tantos anos”, disse o Diretor Médico Global Sênior da AHF. Dra. Adele Durante a cerimônia, declarei: “Ao presidente Lula, aos representantes da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, da Academia Brasileira de Ciências, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, e aos meus colegas que, em solidariedade, recusaram suas medalhas das mãos do infame indivíduo não identificado, expresso minha eterna gratidão”.
A Dra. Adele se juntou à família AHF em 2019 e trabalha na prevenção, controle e tratamento de ISTs e HIV desde 1983. Ela tem sido fundamental no combate ao HIV e outras ISTs no Brasil e no mundo, incluindo um extenso trabalho com populações vulneráveis e comunidades indígenas na Amazônia.
Outras experiências profissionais anteriores incluem: Diretora Regional para a América Latina da União Internacional contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (IUSTI); membro do conselho da Sociedade Internacional para Pesquisa em Doenças Sexualmente Transmissíveis (ISSTDR); membro do comitê de certificação da OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde) para a eliminação da sífilis e do HIV; e vice-presidente do “Comitê Diretivo para o estabelecimento de metas para 2025 e para a estimativa de necessidades de recursos e impacto para 2020-2030” do UNAIDS/Genebra.
O Brasil criou a Ordem Nacional do Mérito Científico em 1993 para reconhecer realizações notáveis que contribuíram para o desenvolvimento científico e tecnológico do país.












