Com o aumento vertiginoso das infecções sexualmente transmissíveis em todo o mundo, muitos governos exigem que ONGs e organizações de caridade paguem impostos de importação sobre produtos médicos doados e não destinados à venda, incluindo preservativos. A AIDS Healthcare Foundation (AHF) insta todas as nações a isentarem de impostos os produtos médicos doados – especialmente os preservativos, por serem o método mais eficaz em termos de custo para a prevenção de ISTs, incluindo o HIV, e gravidez indesejada.
“Com mais de um milhão de transmissões diárias de ISTs em todo o mundo, o acesso a preservativos é indispensável para a saúde pública, especialmente em contextos com recursos limitados. A AHF distribui preservativos de alta qualidade gratuitamente, mas ainda precisamos pagar impostos de importação, assim como as empresas comerciais. A assistência humanitária não deve ser tributada como bens com fins lucrativos”, disse Denys Nazarov, Diretor de Políticas Globais e Comunicação da AHF. “Países em todo o mundo, como o Quênia, enfrentam uma grave escassez de preservativos que afeta principalmente as comunidades vulneráveis, incluindo profissionais do sexo. Exortamos os líderes governamentais a facilitar o trabalho da sociedade civil para ajudar as pessoas a se manterem saudáveis, removendo as tarifas sobre produtos médicos essenciais importados para distribuição não comercial por ONGs.”












