A AIDS Healthcare Foundation (AHF) reconheceu hoje a decisão da Organização Mundial da Saúde de declarar o fim da emergência global da varíola dos macacos (mpox). Maio de 11 mas apela aos governos e às instituições internacionais de saúde pública para que se mantenham vigilantes, garantindo que existam recursos e vacinas suficientes disponíveis para que todas as nações possam continuar as suas respostas à micobactéria, em particular os países de baixos rendimentos.
“Embora seja uma boa notícia que a varíola dos macacos [mpox] pareça estar relativamente controlada, não temos confiança de que os esforços mundiais estejam coordenados e direcionados o suficiente para erradicar completamente a doença – uma doença que tem sido e continuará sendo negligenciada, especialmente em países africanos e outros países de baixa renda, a menos que os governos tenham recursos adequados e façam um esforço consciente para combatê-la eficazmente”, disse o presidente da AHF, Michael Weinstein. “A próxima doença infecciosa altamente contagiosa do tipo varíola dos macacos está sempre no horizonte, e estamos preparados? Não.”
“A varíola, assim como a COVID-19, mostrou que o mundo ainda precisa de uma verdadeira aliança e de uma estrutura global de saúde pública que não só permita o rápido desenvolvimento de novas tecnologias, como vacinas, diagnósticos e tratamentos, mas também garanta que esses recursos cheguem às pessoas que mais precisam deles”, acrescentou a Dra. Fernanda Fonseca, Diretora Médica Global Associada da AHF e Coordenadora do Programa Médico da AHF no Brasil. “A varíola também nos lembrou do papel fundamental da comunicação ao discutir qualquer questão de saúde, especialmente aquelas que podem levar ao estigma e à discriminação. O HIV/AIDS nos ensinou que o envolvimento da sociedade civil organizada e das pessoas diretamente afetadas é essencial para que a linguagem e a comunicação sejam adequadas desde o início.”












