Seguir relatórios que a Organização Mundial da Saúde reintegrou funcionários acusados de má gestão de um escândalo de abuso sexual Durante um surto de Ebola na República Democrática do Congo, a AIDS Healthcare Foundation condena a decisão de readmitir os funcionários, considerando-a um sinal de que o sistema da ONU ainda enfrenta dificuldades para lidar adequadamente com denúncias de assédio e abuso sexual.
“É decepcionante que, independentemente das inúmeras oportunidades que a OMS teve para corrigir erros passados ao lidar com casos de má conduta sexual por parte de seus funcionários, ela continue tomando decisões que contrariam seu compromisso de 'tolerância zero' ao assédio e abuso sexual”, afirmou Terri Ford, Chefe de Advocacia e Políticas Globais da AHF. “Nós, e a sociedade civil em geral, desaprovamos a abrangência e a aceitação tácita da má conduta sexual dentro da OMS e do sistema da ONU. Os responsáveis devem comunicar de forma inequívoca, em suas ações e palavras, que a exploração sexual não será tolerada de forma alguma.”
A AHF tem defendido justiça para as vítimas de abuso sexual e a responsabilização dos decisores políticos no âmbito do sistema das Nações Unidas, desde o escândalo na UNAIDS e a sua então Diretora Executiva. Michel Sidibé, que posteriormente renunciou antes do término de seu mandato.












