As ações da OMS contradizem a postura de "tolerância zero" em relação ao assédio e abuso sexual.

In Advocacia Global, Destaques globais, Notícias Por Brian Shepherd

Seguir relatórios que a Organização Mundial da Saúde reintegrou funcionários acusados ​​de má gestão de um escândalo de abuso sexual Durante um surto de Ebola na República Democrática do Congo, a AIDS Healthcare Foundation condena a decisão de readmitir os funcionários, considerando-a um sinal de que o sistema da ONU ainda enfrenta dificuldades para lidar adequadamente com denúncias de assédio e abuso sexual.

“É decepcionante que, independentemente das inúmeras oportunidades que a OMS teve para corrigir erros passados ​​ao lidar com casos de má conduta sexual por parte de seus funcionários, ela continue tomando decisões que contrariam seu compromisso de 'tolerância zero' ao assédio e abuso sexual”, afirmou Terri Ford, Chefe de Advocacia e Políticas Globais da AHF. “Nós, e a sociedade civil em geral, desaprovamos a abrangência e a aceitação tácita da má conduta sexual dentro da OMS e do sistema da ONU. Os responsáveis ​​devem comunicar de forma inequívoca, em suas ações e palavras, que a exploração sexual não será tolerada de forma alguma.”

A AHF tem defendido justiça para as vítimas de abuso sexual e a responsabilização dos decisores políticos no âmbito do sistema das Nações Unidas, desde o escândalo na UNAIDS e a sua então Diretora Executiva. Michel Sidibé, que posteriormente renunciou antes do término de seu mandato.

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