OMS encerra estado de emergência da COVID-19, evitando erros.

In Advocacia Global, Destaques globais, Notícias Por Denys Nazarov

LOS ANGELES (5 de maio de 2023) A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou hoje que a emergência de saúde pública global da COVID-19 chegou ao fim. Com quase sete milhões de mortos e sem respostas claras sobre as origens da pandemia, a AIDS Healthcare Foundation insta os Estados-membros da Assembleia Mundial da Saúde a adotarem uma nova convenção global de saúde pública para garantir que o mundo não volte à complacência em relação à preparação para pandemias.

“O número diário de mortes pode ter diminuído, mas a lamentável falta de preparo do mundo para o próximo surto inevitável continua sendo uma grave emergência. Uma tragédia ainda maior do que perder sete milhões de vidas será o mundo não aprender com os erros cometidos na resposta desastrosa à COVID-19”, disse o presidente da AHF, Michael Weinstein. “A emergência foi declarada tarde demais porque a política se sobrepôs à saúde pública. Ainda faltam evidências sobre o que aconteceu no laboratório de Wuhan. O nacionalismo vacinal foi uma profunda falha de solidariedade global. Temos uma obrigação moral para com aqueles que perdemos de garantir que essas lições não sejam ignoradas. Precisamos de nada menos que uma mudança de paradigma na saúde pública global, baseada nos princípios de cooperação, transparência e responsabilidade.”

AHF critica Cigna, proprietária de PBM (Pharmacy Benefit Manager), por seus lucros de US$ 1.3 bilhão no primeiro trimestre, classificando-os como "parasitas".
AHF repreende a Gilead Sciences como principal empresa farmacêutica que lucra com a ilegalidade.