Enquanto os países continuam a negociar um novo Acordo sobre Pandemias, a AHF alerta que, se o novo instrumento global de saúde pública se tornar um tratado de adesão opcional, será menos eficaz na proteção do mundo contra surtos como o da COVID-19.
“Não se pode optar por ficar de fora da saúde pública global, porque ela é um bem global – todos nós nos beneficiamos dela. Se alguns países decidirem não participar, o tratado ficará enfraquecido e o mundo continuará em perigo de novas pandemias mortais”, disse o presidente da AHF, Michael Weinstein. “Em vez disso, o tratado deveria ser aplicável a todos os países, e aqueles que não desejarem participar deverão declarar isso abertamente. Isso criaria um forte incentivo de 'pressão entre pares' para que os países permanecessem no tratado.”












