A Sociedade Internacional de AIDS premiou a assistente social e agente de vinculação/retenção em cuidados da AHF Brasil. Nathalya Cristhine Com o prêmio “Eu e Meu Profissional de Saúde”, que promove as melhores práticas na prestação de serviços relacionados ao HIV, muitas vezes enfrentando estigma e discriminação.
Nathalya trabalha com muitos dos 3,000 pacientes com HIV cadastrados no Hospital Universitário Otávio de Freitas, em Recife, Brasil. O hospital está localizado em uma área de alta vulnerabilidade social, o que lhe permite atender diversas populações-chave afetadas pelo HIV, como moradores de rua, usuários de drogas injetáveis, pessoas transgênero e profissionais do sexo, entre outros.
“As maiores recompensas do meu trabalho são criar conexões por meio de um cuidado compassivo, a alegria de ver que o diagnóstico de alguém não define sua vida e desenvolver uma maior compreensão da progressão da doença”, disse Nathalya“Um grande desafio é desmantelar as políticas públicas que prejudicam diretamente o cuidado de pessoas vivendo com HIV/AIDS. A assistência à saúde deve ser expandida para levar em conta os determinantes sociais, em vez do controle biomédico tradicional. Devemos considerar práticas de redução de danos, educação em saúde e as narrativas corporificadas daqueles que vivem sem direitos humanos.”
De 2018 a 2021, 700 novos pacientes começaram a ter acesso à TARV no hospital após a parceria com a AHF. A AHF Brasil colabora com parceiros governamentais no projeto “Eu e Meu Profissional de Saúde”, dentro da iniciativa “Ninguém Fica Para Trás”, com foco nas necessidades mais amplas das populações-chave afetadas pelo HIV.












