O Tribunal de Apelações do 9º Circuito decidiu que pacientes com HIV podem apresentar uma queixa por discriminação, com base na Lei de Acesso à Saúde (Affordable Care Act), contra a CVS por exigir que pacientes com HIV frequentem apenas algumas de suas farmácias especializadas selecionadas, onde os pacientes alegam não estar recebendo atendimento completo.
Em 2018, a AHF alertou o Departamento de Justiça de que a então proposta fusão da CVS com a Aetna criaria um gigante monopolista que prejudicaria os pacientes, o que parece ter se confirmado.
WASHINGTON (10 de dezembro de 2020) A AIDS Healthcare Foundation ( AHF ) comemorou a decisão proferida em 9 de dezembro pelo Tribunal de Apelações do 9º Circuito dos EUA, que permite que pessoas vivendo com HIV apresentem uma queixa por discriminação, com base na Lei de Acesso à Saúde (Affordable Care Act) dos EUA, contra a CVS, por exigir que seus planos de saúde privados incluam apenas farmácias especializadas designadas em sua rede de serviços farmacêuticos. Veja Doe vs. CVS Pharmacy, Inc.
“A CVS disse às pessoas que vivem com HIV que elas só poderiam ir a algumas de suas farmácias selecionadas. Os demandantes alegaram que não estavam recebendo atendimento completo nesses locais, o que os discriminava. Eles queriam manter suas farmácias atuais, que oferecem serviços mais abrangentes”, disse Tom Myers , chefe de relações públicas e consultor jurídico da AHF. “Nós avisamos! Quando a AHF disse ao governo dos EUA que a aprovação da fusão da CVS com a Aetna causaria danos aos pacientes, estávamos certos.”
Esta decisão judicial confirma o alerta da AHF sobre a ameaça que a CVS representa para o combate ao HIV, feito em 2018. Veja o comunicado de imprensa da AHF (28 de novembro de 2018) “ A fusão entre CVS e Aetna é ruim para pacientes com HIV ”.












