MOMBASA, QUÊNIA – Na cidade de Mombasa, no sul do Quênia, país costeiro da África Oriental, AHF Quênia – a filial regional de Fundação de Assistência Médica para AIDS (AHF)A AHF Quênia, a maior organização global de combate à AIDS, uniu-se a mais de 10 parceiros locais para realizar 20 campanhas de testagem de HIV nos condados de Mombasa e Makueni durante o mês de maio, muitas das quais fizeram parte de uma nova e bem-sucedida iniciativa de testagem no local de trabalho. No total, a AHF Quênia testou 17,600 pessoas em maio, um novo recorde que supera significativamente a melhor marca anterior da filial, de 8,548 pessoas testadas em março.
A nova campanha de testes no local de trabalho, a Iniciativa de Resposta Rápida, surgiu por meio da coordenação com a Autoridade de Zonas de Processamento de Exportação (EPZA), órgão governamental responsável por licenciar e regulamentar atividades no Quênia. Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs)O escritório regional da Costa de Mombasa regula 10 empresas que empregam mais de 13,000 quenianos e estão localizadas nos distritos eleitorais de Changamwe e Jomvu, perto o suficiente para acessar uma das cinco clínicas da AHF Kenya, a Clínica Mikindani.
A AHF Kenya trabalhou com a EPZA para dar a dezenas de milhares de trabalhadores locais a oportunidade de fazer o teste de HIV. As duas organizações também identificaram problemas que impedem as pessoas de fazerem o teste e de terem acesso ao tratamento para HIV e tuberculose, e propuseram soluções. Foram realizadas catorze ações consecutivas de testagem em cinco das maiores empresas da Zona Franca de Mombasa, nas quais 6,317 pessoas foram testadas para HIV, das quais 45 tiveram resultado positivo e foram encaminhadas para tratamento.
“Identificamos vários desafios que dificultam a prevenção do HIV entre esses funcionários, incluindo o fato de seus dias de trabalho terminarem às 6h, enquanto a clínica fecha às 5h”, disse Fé Ndungo, Gerente do Programa Nacional da AHF no Quênia. “Para acomodar esses horários de trabalho estendidos e diminuir a taxa de abandono do tratamento, a clínica de Mikindani já implementou um horário de fechamento mais tarde, às 8h, uma vez por semana. Com isso, observamos uma resposta positiva na adesão de clientes, principalmente de empresas da Zona Franca de Exportação.”
A AHF Quênia respondeu a outras preocupações no ambiente de trabalho, como a falta de acesso a preservativos e materiais educativos sobre HIV, instalando seis dispensadores de preservativos em locais de trabalho em Mombasa e coordenando com parceiros locais para facilitar a disponibilidade de materiais educativos. Além disso, a AHF Quênia defenderá e liderará o planejamento e a implementação de um programa de saúde que abordará questões como tuberculose, HIV/AIDS e saúde reprodutiva.
A AHF atua no Quênia desde 2008 e atualmente atende 4,215 pacientes em suas cinco clínicas no país, dos quais 72.9% recebem tratamento antirretroviral. Outros parceiros quenianos incluem... Ministério da Saúde, o Conselho Municipal de Mombasa, e o Exército da Salvação.











